Novo ano. Novos ares. Bons ares.
15 de dez. de 2010 by Rhaiffe Ortiz in

Todo ano é a mesma coisa, felicitações, festas para receber um novo ano, e pelo menos na teoria, tudo se renova.
E é assim que eu vou 'saindo' desse 2010, com 'ares de novos ares', com algumas mudanças na bagagem, umas inesperadas, e outras muito esperadas.
Que 2011 seja repleto de sucesso, realização, trabalho, e reconhecimento. Quero que tudo que eu espero para esse novo ano seja materializado, e espero ter competência para segurar tudo isso, pois deixando a modéstia de lado, eu espero por muita coisa boa.
Almejo muita felicidade, para mim, para a minha família, para quem agora faz parte da minha família, para todos que me querem bem, pois eu os quero bem também.
Acredito que de uns meses para cá, nesse ano ainda, algumas coisas já trataram de melhorar, de tomar novos rumos, bons rumos a propósito, e acredito ainda que Deus já tenha me dado uma prévia de todas as coisas boas que Ele me reserva para esse novo ano, para que de alguma forma eu já me acostume com tudo isso e entre no novo ano repleto de bons sentimentos.
Nesse finalzinho, ganhei de presente uma nova oportunidade de colocar o que eu quero colocar em prática, uma oportunidade ainda que eu quero e sei que vou aproveitar da maior forma possível e imaginável, é uma porta que se abriu para que eu possa começar a construir aquele futuro que eu imagino para daqui a algum tempo, isso mesmo, sorte no jogo, jogo que começa agora para mim e que eu quero ganhar, e vou! Mas contrariando o ditado, Deus me mostrou que eu também vou ter sorte no amor, pois me deu o maior amor do mundo, meu conforto, meu porto-seguro, minha fonte de felicidade, de humor, de força, de amor. Eu já falei aqui sobre esse amor, que é diferente de tudo que eu já imaginei encontrar um dia nesse mundo, aqueles amores que a gente acha que não existe, mas existe, e eu agora sei que é real. Meu amor que me alimenta, me fortalece, me apoia, me entende, me conforta, e me ama, assim como eu amo, amo imensamente de uma forma que eu jamais imaginei amar e sentir esse misto de coisas boas que eu sinto hoje.

Em um balanço, esse ano de 2010 foi bom, melhor do meio dele para cá, melhora gradativa e relevante demais em comparação à primeira metade dele, e agora eu sei que essa melhora assim como eu já disse, foi para me preparar para esse ano lindo que vai ser o ano que vem, o 2011 que tá chegando aí.

Só tenho a agradecer, só, nada mais.

Um sonho. Uma realidade.
9 de dez. de 2010 by Rhaiffe Ortiz in

Meses sem ao menos dizer algo aqui. Esse dias, pra não ser considerado desaparecido, dei um alô rápido, mas nada demais a ser dito.
Hoje, eu quero registrar algumas coisas por aqui, já que sempre foi meu blog de confissões, lamúrias, e felicidades.

De um tempo pra cá, tenho vivido dias mágicos. E de acordo com qualquer dicionário por aí, mágico é aquilo que encanta, seduz, que é fantástico, fascinante, maravilhoso, sem explicação, e eu acho que nada disso consegue traduzir de fato o que eu tenho sentido.
Tudo tem sido inexplicável, a sensação de felicidade extrema tem sido sentida todos os dias, e por mais que tenhamos aqueles dias ruins, que todo ser-humano tem, quando esses dias vêm me visitar, no fundo, no fundo, eu tenho um motivo pra sorrir.
Melhor que um amor, só um amor assim, mágico, enorme, sem explicação. Esse amor faz todas aquelas expressões populares e metafóricas para descrevê-lo serem realmente visíveis. Esse amor faz meus olhos brilharem, e brilharem mesmo, esse amor faz com que meu coração aperte, doa de verdade, quando sinto saudades, esse amor faz com que eu sinta uma vontade real de gritar pro mundo que eu amo você, esse amor é, de verdade, o maior amor do mundo, o amor que eu achei que não existia, o amor que todo mundo sonha, que um dia eu já sonhei, mas que Deus fez que você me mostrasse que ele existe, e é lindo.

O amor que um dia foi sonho, e que hoje, e a maior realidade absoluta desse mundo.


Bem-vindo, de volta.
1 de nov. de 2010 by Rhaiffe Ortiz in

4 meses sem aparecer por aqui.
Motivo? Talvez por ter passado a desabafar em outras bandas, ou por não precisar desabafar mais, pois está tudo tão perfeito, que não tenho motivo para lamúrias.
Esse post, na verdade, é só um 'Oi, ainda estou vivo', pois não tenho nada para falar, além de falar que estou bem, muito bem, talvez bem como nunca estive antes.

É isso.
Até logo, ou não.

Aperta sim. Dói sim. Bate sim.‏
2 de jul. de 2010 by Rhaiffe Ortiz in

Quando eu era mais novo, via as pessoas falarem de seus sentimentos e achava que tudo aquilo era só no sentido figurativo. Aquela história de falar que o coração doía, que o coração estava apertado, por esse ou aquele motivo, pra mim era tudo no sentido metafórico. Eu não acreditava que o coração, que cientificamente tem a única - e essencial - função de bombear o nosso sangue, pudesse fazer parte do lado sentimental, sensitivo, intangível da nossa vida.
Porém, o tempo passa, a gente cresce, vive, e aprende que tudo aquilo que a gente acreditava na infância, não faz tanto sentido assim.
Hoje, exatamente agora por exemplo, eu sei que nada daquilo que eu acreditava quando criança faz sentido. O coração da gente é capaz de se apertar sim, é capaz de doer sim, e o mais importante, é capaz de bater involuntariamente por outro motivo além de bombear o nosso sangue.
Apertar de saudade, e como aperta. Doer de falta, de abstinência. Bater de amor, de paixão.
Quem sou eu? Um garoto de 21 anos que fala tanto de amor? Isso seria normal? Chega a ser chato, redundante, repetitivo, se alguém lê esse blog aqui deve pensar: Esse menino só sabe falar de sentimentos? E aí vai a resposta: Não, sei falar de outras coisas também, mas o que me faz escrever são meus sentimentos, e por isso a falta de variedade de assuntos aqui nesse blog, que não escrevo para ninguém, a não ser para mim mesmo.

Chato ou não, repetitivo ou não, me sinto feliz e agradecido a Deus por apenas um motivo:
Aos 21 anos, já saber com tanta certeza o que é o amor. Já sentir com tanta veracidade esse sentimento que é o mais belo de todos, o mais verdadeiro, que faz eu me levantar todas as manhãs e agradecer por ter uma família que eu amo e que me ama, e uma pessoa mágica que faz os meus olhos brilharem. E são exatamente essas pessoas que são as responsáveis por eu ter mudado aquela idéia que eu tinha quando criança, pois é por elas que meu coração aperta de saudade, dói com a falta e bate, e como bate por amar tanto cada uma delas.

E vai ser assim, cada vez mais.

É assim, e não pode ser diferente.
26 de jun. de 2010 by Rhaiffe Ortiz in

Isso tudo é tão novo, tão forte que chega a querer sair pelos poros. A sensação é de querer controlar algo que está se tornando incontrolável.
Às vezes penso que talvez eu tenha os sentimentos muito aflorados, que talvez fosse melhor ser mais frio, mais realista, mais racional. Talvez ser um incrédulo, uma pessoa que não acredita em algo que seja lindo e que tenha um final feliz. Quem sabe aqueles que vivem a vida inteira só vivendo, vivendo e pronto, mais nada. Que passam os dias com aquela rotina insossa, levantam pela manhã, tomam um café da manhã sozinhos, vão para o trabalho, se dedicam àquilo que escolheram, e voltam para a casa ao anoitecer para um bom banho, um jantar solitário e mais uma noite de descanso.
Falo isso não por querer uma vida assim, jamais! Mas por talvez ter um medo lá no fundo de querer mais do que eu posso, e devo. Esperar mais do que eu tenho direito, ou que acho que tenho direito. Sou muito fantasioso, muito fértil no que diz respeito a vontades e pensamentos, muito crédulo em contos de fadas, e de príncipes também. Ingênuo, simples, careta.
Chega ser engraçado e discrepante uma pessoa que sempre gostou de ser livre, de fazer tudo que a vontade permitia, e que vivia sem nenhum limite aceitável para si, e que hoje é assim, tão romântico incontestável, tão inveterado.
Julgar o que é certo e errado não é o meu forte, e nem o meu objetivo. Já tiveram vezes, e não poucas, que quis ter o controle das coisas, de querer nadar contra a corrente, e não consegui. Minha índole não me permite a limitação, não me deixa o controle como opção. Posso até querer isso às vezes, mas meio minuto depois, já foi tudo por água abaixo, estou eu lá, entregue às minhas próprias emoções, ou melhor, entregue ao meu próprio jeito de ser. Acho que já cheguei na fase de querer ter uma casa, uma pessoa, e dois cachorros correndo pela casa. Querer, só querer, por enquanto, sei que vai ser assim daqui a alguns anos. E sei que não vou conseguir controlar nada. E tenho fé que vou viver o meu conto de fadas, ou melhor, o meu conto de príncipes.

Um medo que passou.
24 de jun. de 2010 by Rhaiffe Ortiz in

Bem dizem que depois de uma tempestade, vem a bonança. Mas às vezes, essa bonança parece nem estar perto de chegar, e a tempestade já dura dias e dias. Outros já dizem que no final tudo dá certo, e que se ainda não deu certo, é porque ainda não é o final. Jargões otimistas ou não, involuntariamente eles baseiam as expectativas de todo mundo, e não adianta dizer que não. Durante uma crise, seja ela qualquer, sobre qualquer assunto, aspecto, situação, enfim...todos achamos que vai passar, como eu mesmo acredito que tudo passa, as coisas boas e ruins, mas e quando parece que não vai passar? Dizer que o desespero toma conta é um pouco exagerado, mas exageros a parte, é a mais pura verdade. A sensação de perder o controle das coisas vai consumindo a gente, e fazendo um mal imenso, uma dor inexplicável, que aos poucos vai piorando enquanto as coisas não se normalizam. Dramalhão mexicano eu diria que isso tudo parece, mas não é atoa que 'Maria do Bairro' e suas variações eram um sucesso certo?
Sim, aqueles citados no início desse post, os otimistas que disseram que as tempestades passam, que no final tudo dá certo, todos eles estão certos, pelo menos até agora. Depois de todo esse turbilhão de sensações e sentimentos misturados nesses últimos dias, a tal bonança voltou a reinar de novo. E como é bom quando tudo volta a calmaria costumeira. Eu já disse milhões de vezes, e comemorei por isso, que não tenho objeções em montanhas-russas, e é exatamente assim que a minha vidinha se comporta, como uma insana montanha-russa, daquelas cheias de voltas e curvas, uma hora lá em cima, e em questão de segundos, lá embaixo, mas o que conforta em saber é que no final de toda essa adrenalina provocada pelo sobe e desce, sempre vai voltar naquela hora que o carrinho volta ao nível normal e pára, pelo menos até começar a próxima volta.

O futuro a 'nós' pertence.
19 de jun. de 2010 by Rhaiffe Ortiz in

O passado existiu, o presente existe e o futuro, já não se sabe. Todos sabemos que a ordem cronológica das coisas é assim, e não muda. O passado, como o próprio nome já diz, passou, e o que ficou lá atrás é porque não tem o menor sentido em continuar na nossa vida. Se fossem coisas boas, estariam aqui, no presente, mas por algum motivo ficaram por lá, e por lá ficarão. Já o presente é tão vivo, tão atual, intenso, e depois de hoje, vi também o quão inconstante ele é. De uma hora para a outra, BOOM!, tudo vira de cabeça para baixo e deixa você assim, sem chão, sem teto, sem nada. Você olha para o lado e não vê aquilo que estava ali com você a uma hora atrás e se vê tão vulnerável, tão fraco, tão impotente, e desesperado. Desespero que não desejo para ninguém, absolutamente, é a pior sensação que se pode sentir. A gente vive e agrega coisas a todo o tempo, mas existem coisas que a gente, além de agregar, se apega, se comove, ama, e é aí que as coisas tomam significado. Quando conhecemos o amor, é que a vida toma sentido, e depois que isso acontece, a ausência dele faz com que a gente perca todo o caminho, toda a noção das coisas que antes estavam todas no seu devido lugar. E o futuro? Não sei o que reserva. Passamos os dias do presente tentando imaginar como vai ser o amanhã, a semana que vem, o mês que vem, e isso é uma loucura, a maior loucura. O futuro foge do nosso controle, não está nas nossas mãos, e por isso, não adinta o planejar. Mas de tudo isso, eu sei que o que passou, passou, o que tenho agora é a coisa mais preciosa do mundo, e por mais que não esteja ao meu controle, está nas minhas mãos SIM fazer com que o meu presente perdure por todo o meu futuro. Eu sei que eu posso fazer isso, e eu vou fazer até quando eu achar que eu posso.

É só um pesadelo.
by Rhaiffe Ortiz in

“Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo”

Será? Como é que é isso? Mudanças instantâneas realmente existem? Ou são só confusões descabidas que uma hora ou outra, voltam para o seu devido lugar?
Essa é a única questão que tem me atormentado, e atormentado tanto.
É só um pesadelo, um pesadelo ruim, que vai durar só essa noite, para dar espaço as milhões de noites recheadas de sonhos que eu ainda vou ter. Que vamos ter.

Antes, eu não acreditava em magia.
23 de mai. de 2010 by Rhaiffe Ortiz in

É estranho, e aos olhos de alguns pode parecer contestável, dizer que em toda uma vida, você nunca passou por uma situação que se está passando agora. Estranho, contestável, ou não, é verdade. Já ouvi várias vezes, e não foi de uma, ou duas pessoas, que percebemos o afeto de alguém nas pequenas atitudes, nas menores demonstrações. E de uns tempos pra cá, eu tenho visto que isso sempre foi verdade absoluta.
Eu sempre fui minimalista, nunca esperei grandes surpresas, nunca esperei grandes sinais, e mesmo sem esperar, os tive em alguns momentos, mas parando agora, por um minuto, para pensar sobre isso tudo, só consigo chegar a uma conclusão: realmente são as pequenas coisas que fazem o coração aqui bater mais forte, e é neles que se deve dar o devido valor. Como pode um olhar, daqueles que eu consigo ver a sua alma, pode me passar tanta segurança, tanta felicidade, tanta vontade de poder mergulhar nele pelo resto do tempo que nós temos? Como pode duas ou três palavras, saídas da sua boca, me fazerem acreditar que é você que eu quero do meu lado daqui pra frente? Como pode todas as coisas que temos feito juntos, todos os sorrisos, todas as piadas, todos os carinhos, todos os olhares, todos os abraços, todos os beijos, todas as confissões e palavras ditas um ao outro me mostrarem que foi assim, de um jeito inesperado, e rápido, que eu achei a pessoa mais especial desse mundo pra ficar aqui, do meu lado, e me fazer tão bem, sim, como eu já te disse várias vezes, você me faz um bem imenso.
E depois de tudo isso que já foi dito aqui, eu finalmente chego ao título desse post: Antes de você, eu não acreditava que a vida pudesse ser mágica, eu não acreditava na magia do amor.

É, eu realmente amo você.

ILY ♥
16 de mai. de 2010 by Rhaiffe Ortiz in

Já tinha dito aqui que eu achava que estava sentindo tudo novo né? Sim, eu tinha. E agora eu venho aqui para falar com toda a convicção que ESTAMOS sentindo tudo novo. Sim, ESTAMOS.

É tão bom falar e ouvir isso.
ILY! Sim, eu amo você!

E vai ser assim agora, sempre, vamos olhar as estrelas juntos, vamos voar juntos.